• 27 de novembro de 2024

    FUNCIONAMENTO DO SISTEMA NATURAL: sobre a força de expansão.

    A FORÇA DE EXPANSÃO que caracteriza o sistema natural e a FORÇA DE REGRESSÃO que caracteriza o sistema do nada,

    são os componentes da divisão-fusão (O MODELO) imposta pela ENTIDADE E°, no momento de sua divisão em duas entidades, E¹ e E².

    Essas duas forças são antonímicas (opostas).

    Elas são contrárias, ou em oposição, para permitir o controle de uma pela outra.

    Mas também são complementares para restaurar a fusão das duas entidades E¹ e E², reformando a entidade E°.

    Essas duas forças devem ser consideradas CARACTERÍSTICAS determinadas pela entidade E° e CONCEDIDAS ÀS DUAS ENTIDADES E¹ e E², resultantes de sua própria decomposição.

    A entidade E° decide que a fusão ocorrerá por meio de duas forças opostas.

    O SISTEMA NATURAL é caracterizado por sua força de expansão: o sistema natural é um sistema em expansão.

    O NÃO-SISTEMA é caracterizado por sua força de regressão: o não-sistema é um sistema em contração.

    Os dois sistemas estão, portanto, em constante adaptação diante de suas deformabilidades recíprocas causadas pelas tentativas de fusão.

    O sistema natural está, portanto, constantemente criando novas máquinas de combinação, constantemente as introduzindo no sistema hospedeiro, constantemente as evoluindo e constantemente as removendo das tentativas de fusão.

    Essa situação pode ser resumida pelo seguinte diagrama:

    Circunstâncias (deformabilidade dos dois sistemas em relação um ao outro) → adaptação (produção de máquinas-combinação (criações, modificações, remoções)) → difusão dessas novas máquinas-combinação.

    Os seres humanos devem ser considerados máquinas-combinação ultra-sofisticadas, ou seja, novas máquinas-combinação projetadas para produzir os efeitos desejados para o sistema natural em relação à deformabilidade contínua ENTRE O SISTEMA NATURAL e O SISTEMA DO NADA.


    Yparcho escreve que o valor da entidade E° é 1.

    O valor da entidade E¹ irá de 1 ao infinito: sua força seguirá a mesma evolução.

    O valor da entidade E² irá de 1 a 0:

    sua força seguirá a mesma evolução.


    O sistema natural no qual os elementos do sistema natural, como os seres humanos, evoluem, é, portanto, descrito como um SISTEMA DE EXPANSÃO PERMANENTE. Essa expansão permanente ocorre por meio de elementos naturais construídos com mecanismos que se associam entre si, na forma de combinações, e infinitamente: esses elementos do sistema natural são chamados de MÁQUINAS DE COMBINAÇÃO:

    os seres humanos são uma MÁQUINA DE COMBINAÇÃO.

    O sistema natural projeta e constrói suas máquinas de combinação com uma preocupação com a perfeição:

    A perfeição é definida como o ideal (isto é, o SUCESSO da fusão) no momento do PONTO DE FUSÃO entre as duas forças.

  • 27 de novembro de 2024

    UMA RETROSPECTIVA SOBRE DIVISÃO E FUSÃO.

    O PAPEL DA SEGUNDA ENTIDADE E² E SEU SISTEMA, O SISTEMA DO NADA.

    A entidade fundamental E⁰ se divide em duas entidades, E¹ e E².

    Essas duas entidades são os constituintes da ENTIDADE PRIMORDIAL E⁰ e, portanto, também são primordiais, iguais, complementares entre si e existem:

    E¹ = E² = E⁰

    E¹ + E² = E⁰.


    Ao aplicar esses princípios à ultra-sofisticada combinação humano-máquina,

    o ser humano é uma construção do sistema natural, o sistema da entidade E¹.

    A razão da existência da entidade E¹, de seu sistema, chamado sistema natural, e de uma de suas construções, chamada ser humano, é participar da tentativa de fusão e completá-la com sucesso.


    Deve-se compreender que a complementaridade das duas entidades, E¹ e E², tem a mesma razão de existir, e que sua fusão requer logicamente a fusão de todos os elementos das duas entidades entre si.

    Na hipótese superior, H.S.,

    a entidade E¹, composta de tudo o que existe, requer que a entidade E² seja composta apenas de elementos inexistentes (esses elementos inexistentes serão semelhantes a ideias). Esse estado dá nome ao seu sistema: SISTEMA DO NADA.

    A única certeza é que a fusão resulta no signo 1, ou entidade E⁰.


    É durante a fase do sono que devemos considerar que o ser humano tentará se fundir com a ideia do SISTEMA DO NADA.

    A união de um ser humano, que se origina como ENTIDADE E¹, com um elemento (que assume a forma de uma ideia) da ENTIDADE E², resultará na fusão desses dois elementos. A fusão se completa, restando apenas o signo 1, ou ENTIDADE E⁰.

    O ser humano e seus Terrores desaparecem então.

    Os Terrores experimentados pelo ser humano durante a fase do sono são, na verdade, os elementos-ideia, cuja origem é o SISTEMA DO NADA.


    A função primordial dos elementos do sistema natural, e portanto do ser humano, durante sua evolução em seu (AB), é tentar fundir-se com os elementos-ideais do NADA, contribuindo assim para a fusão total das duas ENTIDADES E¹ e E².

    O ser humano é, portanto, instruído, compelido, a fundir-se com o SISTEMA DO NADA, independentemente do grau de Terrores que experimente.


    NOTA:

    Os elementos-ideais do Sistema do Nada são elementos inexistentes no sistema natural, desconhecidos e sempre inacessíveis em termos de conhecimento preciso, para as máquinas de combinação e, portanto, para os seres humanos.

    Esses elementos-ideais são sempre rejeitados pelos mecanismos das máquinas de combinação do sistema natural.

    Essa falta de reconhecimento, que resulta em rejeição sistemática, é a origem dos TERRORES:

    Os terrores são sinais destinados a ativar o mecanismo de proteção das máquinas-combinação, como será explicado no livro seguinte.

    Embora seja verdade que os elementos-ideia produzidos pelo SISTEMA DO NADA não sejam reconhecidos pelo sistema natural, não é menos verdade que os sinais são produtos do sistema natural e que esses sinais são compostos de terrores.

    Portanto, é essencial distinguir entre os ELEMENTOS-IDEIA produzidos pelo SISTEMA DO NADA e os TERRORES experimentados pelos seres humanos.

    Os elementos-ideia são estranhos, enquanto os terrores são naturais.


    Os elementos-ideia (de origem estranha ao sistema natural) não são produzidos pelos seres humanos, enquanto os seres humanos produzem seus TERRORES.

    Os seres humanos, assim, transformam os elementos-ideia do NADA em sinais de TERRORES.


    A função do mecanismo de proteção do ser humano é isolá-lo dos terrores que vivencia.


    A natureza do ser humano, uma combinação máquina-sistema natural, é penetrar o Sistema do Nada.

    Todos os seres humanos compartilham sua evolução em seu (AB), em duas fases:

    – PERMANECENDO DENTRO DO SISTEMA NATURAL.

    – ENTRANDO NO SISTEMA DO NADA.

  • O sistema Yparcho é dotado de uma lógica e princípios naturais.

    Esses dois conjuntos de ideias alimentam os mecanismos humanos, em uma ordem hierárquica de aparição que varia do primário ao secundário.

    Nos mecanismos humanos, a lógica do sistema Yparcho impõe, como prioridade, a ideia atraente da simplicidade de ajustar esses mecanismos, a ser feita assim que estiverem em desequilíbrio.

    A prioridade é, portanto, a velocidade com que cada ser humano absorve as informações de ajuste: as informações externas de ajuste devem penetrar no ser humano o mais rápido possível.

    Em seguida, a lógica impõe o ajuste massivo dos seres humanos. A prioridade secundária é, portanto, a universalidade da disseminação da informação. A informação deve ser absorvível por todos os seres humanos. Isso requer:

    – uma quantidade máxima diária de informação disseminada para absorção.

    – uma quantidade máxima diária de informação absorvida.

    Essa lógica exige resultados positivos pós-absorção em humanos para alcançar configurações ideais.

    Os mecanismos de compreensão não são acionados, evitando assim fadiga desnecessária nas máquinas-traje envolvidas: seus mecanismos são ajustados sem que elas percebam, de forma suave e silenciosa.

    O sistema Yparcho opera de fora para dentro da máquina-traje (este é o processo de difusão), sem que a roupa esteja envolvida; o processo de ajuste é completamente imperceptível.

    A informação é absorvida pela máquina-traje e age sem que ela tenha consciência disso.


    Tudo isso explica, em menor escala, a intensidade da publicação e disseminação do sistema Yparcho nas mídias sociais, amplificada pelo volume de disfunções em seres humanos.


    NOTA:

    Deve-se considerar que o SISTEMA NATURAL não leva em conta perturbações externas, consequências do Modelo (ver artigos anteriores), no projeto de suas estruturas.

    Ele projeta e constrói suas máquinas-combinação obedecendo à sua própria lógica e princípios.

    Por essa razão, não há outra solução senão permitir que sofram mau funcionamento e, em seguida, ajustá-los.

    As máquinas combinadas são projetadas e construídas com uma certa margem de flexibilidade chamada « margem de deformabilidade » ou « folga de movimento ».

    Essa margem visa permitir espaço para ajustes futuros.


    As duas entidades E1 e E2 existem e estão presentes, mas evoluem ignorando a existência e a presença uma da outra.

    No entanto, o que existe são as perturbações que uma entidade causa na outra.

    Na Hipótese Superior (HS), é a certeza obtida por uma entidade da existência e presença da outra, através das perturbações que percebe.

    Essa falta de certeza e de conhecimento exato da outra entidade é a fonte da imprecisão nas concepções e construções do SISTEMA NATURAL.

    (Daí a importância da existência do Princípio Natural do « jogo em movimento ».)

    Este princípio reage às perturbações percebidas pelas máquinas de combinação.

    Isso torna os problemas psicológicos humanos inevitáveis, mas sempre solucionáveis ​​instantaneamente pelo SISTEMA NATURAL.


    Uma aplicação do Sistema Yparcho visa o desaparecimento desses problemas psicológicos.

  • 5 de março de 2026

    Exame Detalhado da Lógica Natural.

    Os seres humanos e todas as espécies vivas devem ser considerados INSTRUMENTOS projetados e construídos pelo e para o Sistema Natural, unicamente por utilidade e necessidade, e para servir ao nosso Sistema Natural.


    O Sistema Natural é o único usuário de SEUS próprios instrumentos, que ele projetou e construiu.

    Para que isso funcione, os instrumentos devem operar perfeitamente, e somente o Sistema Natural, ajustando seus instrumentos, é capaz de nos ajustar.


    Os seres humanos, em meio a todas as perturbações que encontrarem durante sua jornada (AB), devem se considerar unicamente instrumentos, pelos quais o Sistema Natural é o único responsável, o único responsável pelas disfunções e ajustes humanos.


    Essa Lógica Natural guia os seres humanos em sua trajetória perfeita.

    Qualquer trajetória imperfeita revela um abandono dessa Lógica Natural por parte dos seres humanos.

    Qualquer abandono dessa lógica natural contribui para uma trajetória humana imperfeita.

    É responsabilidade do Sistema Natural e seus métodos de ajuste manter os seres humanos em sua trajetória perfeita.

    Quando os seres humanos se permitem ser guiados por essa Lógica Natural, então sua trajetória é perfeita.

    Durante as perturbações encontradas pelos seres humanos em sua jornada (AB), suas disfunções os distanciam da Lógica Natural.


    Devemos nos esforçar para permanecer dentro dessa estrutura, que é a ÚNICA natural.

    Todas as outras estruturas consideradas são NÃO NATURAIS.


  • 30 de outubro de 2024

    1º passo: comunicação e seu funcionamento.

    PRINCÍPIO NATURAL DA UNIDADE 1:

    O observador O. atribui simbolicamente

    o número 1, unidade, à entidade E¹.

    Todos os elementos construídos pela entidade E¹ possuem o número 1 presente, o que estabelece o vínculo de parentesco entre E¹ e os elementos sem exceção, de modo que: « E¹ = qualquer elemento ».

    Todos os elementos que evoluem dentro do sistema natural são identificados com a entidade E¹.

    Isso implica que todos os elementos do sistema natural são iguais entre si, bem como iguais à entidade E¹. Isso é: IDENTIDADE.

    Qualquer elemento que um ser humano encontre durante sua evolução em sua jornada (AB), o ser humano DEVE considerar esse elemento como igual a si mesmo (mesma identidade), pelo menos no nível de suas funções dentro do sistema natural.

    A razão lógica e teórica para essa CONDIÇÃO, « DEVE », é a seguinte:

    – quando um elemento é capaz de estabelecer sua IDENTIDADE, sua igualdade com outro elemento, então ele estabelece o vínculo de parentesco e sua pertença comum ao sistema natural (princípio da família).

    – quando um elemento não é capaz de estabelecer sua igualdade com outro elemento, significa que o outro elemento não pertence ao sistema natural, mas a outro sistema.


    LEMBRETE:

    Todas as construções do sistema natural (todos os elementos, sem exceção) são construções baseadas no mesmo esquema básico, chamado esquema fundamental, desenvolvido pelo sistema natural.

    A identidade de todos os elementos do sistema natural, portanto, baseia-se no esquema fundamental.

    Este esquema será estudado por Yπ posteriormente.


    Sobre o BINOMATE: [sistema natural-elementos do sistema natural].

    Como discutido anteriormente no artigo de 14/08/25 às 19:30,

    O sistema natural constrói elementos —> esses elementos são introduzidos no sistema hospedeiro —> o controle dos elementos é assegurado pelo próprio sistema natural, do ponto A ao ponto B.

    Desde sua concepção em pré-A até sua remoção em pós-B, os elementos nunca ficam isolados.

    Ou seja, eles estão permanentemente conectados ao sistema natural: isso é o emparelhamento.

    Não existe nenhum elemento do sistema natural que não esteja emparelhado com o sistema natural.

    O emparelhamento é entendido como:

    – comunicação recíproca permanente.

    – cooperação recíproca permanente.

    – um vínculo permanente,

    entre o sistema natural e o elemento.

    A comunicação ocorre por meio da transmissão de instruções necessárias para o controle perfeito do elemento, do sistema natural para o elemento.

    Ocorre também na direção oposta: do elemento para o sistema natural, para a transmissão de informações coletadas pelo elemento, em benefício do sistema natural.

    Uma função dos seres humanos é o transporte de informações de saída, ε,

    que correspondem às instruções que o sistema natural comunica ao ser humano,

    e o transporte de informações de entrada, δ, que são os resultados obtidos a pedido do sistema natural, pelo ser humano ao longo de sua trajetória evolutiva.

    A comunicação ocorre através do MECANISMO DA RESPIRAÇÃO, que é o primeiro mecanismo, também conhecido como MECANISMO INICIAL, mecanismo básico ou mecanismo fundamental.

    O modelo básico é, portanto, em sua origem, o mecanismo da respiração:

    A este mecanismo da respiração são enxertados um número infinito de mecanismos, que se unem na forma de duas SEQUÊNCIAS de mecanismos que variam de um tipo de elemento para outro.

    Essas duas sequências de mecanismos são chamadas de:

    – a sequência portadora.

    – a sequência transportada.

    (cf. 12/08/25 21:00).

    A COMUNICAÇÃO utiliza mecanismos que fazem parte do trem transportado.

    O mecanismo mais importante para a comunicação é o MECANISMO DA RESPIRAÇÃO.


    RESUMO:

    A COMUNICAÇÃO é um princípio natural que diz respeito a todos os elementos, sem exceção. Ela se estabelece entre o sistema natural e seus ELEMENTOS (portanto, o ser humano) de maneira ininterrupta e permanente ao longo de sua jornada (AB).

    É INDISPENSÁVEL AO SISTEMA NATURAL, QUE A IMPÕE A TODOS OS SEUS ELEMENTOS.

    A COMUNICAÇÃO ocorre através do par sistema [natural – elemento].

    A comunicação utiliza, em ambas as direções, o MECANISMO PRIMORDIAL DA RESPIRAÇÃO, e principalmente o mecanismo da respiração.


  • 1º passo: comunicação e seu funcionamento. CONTINUAÇÃO DE (26/08/25 13:20).

    O binômio deve ser percebido como uma CÉLULA básica composta pela entidade E¹ e seu símbolo 1, e um único elemento ELM e seu símbolo 1, construído por E¹. Os dois estão ligados pelas relações descritas anteriormente (comunicação, cooperação), e isso ao longo de toda a evolução em (AB).

    Ao longo de sua evolução em (AB), o elemento está em uma relação exclusiva e individual com a entidade E¹, o que significa que, ao longo dessa evolução em (AB), por exemplo, a comunicação sempre ocorre na mesma direção:

    Entidade E¹ → Elemento → entidade E¹.

    Por exemplo:

    Considere dois elementos, ELM¹ e ELM², que se comunicam entre si. Naturalmente, NÃO HÁ OUTRA DIREÇÃO de comunicação além desta:

    ELM¹ —> E¹ —> E¹ —> ELM

    RESUMO:

    Um ser humano,

    ao encontrar outro ser humano ou qualquer espécie viva,

    deve sempre ter em mente que a espécie que encontra é uma célula idêntica à sua, composta pela entidade E1 e um elemento construído pelo sistema natural, e que essas duas células funcionam de maneira idêntica.

    Entre outras coisas, isso se aplica à comunicação, que invariavelmente ocorre na direção descrita acima.

    NOTA:

    Um observador O, considerado perfeito, destaca o seguinte PROBLEMA.

    Como esse observador O percebe no ser humano a impressão oposta à descrita anteriormente?

    Ou seja:

    « a aparente independência do ser humano em relação ao sistema natural. »


    COMUNICAÇÃO: continuação.

    A comunicação divide-se em dois conjuntos de mecanismos que dão origem a dois ramos:

    – Comunicação emissiva, ou seja, a direção seguinte: E1 → E1: trata-se da transmissão de informações, instruções que o sistema natural envia a um elemento;

    – Comunicação receptiva, ou seja, a direção seguinte: E1 → E1: trata-se da transmissão de informações percebidas pelo elemento e enviadas ao sistema natural.

    O mecanismo da respiração, quando se refere ao domínio da comunicação, é denominado mecanismo respiratório.

    O mecanismo da RESPIRAÇÃO possui, portanto, DUAS FUNÇÕES:

    – uma função de comunicação ou movimento, a transferência de informações de um ponto a outro (a respiração possibilita o movimento e a circulação dessas informações);

    – uma função de suprimento, fornecendo os elementos necessários para o funcionamento de outros mecanismos (transporte de gases como oxigênio, ar, etc., do exterior para o interior do corpo).


    EM RESUMO:

    Qualquer elemento constituído pelo sistema natural funciona sempre da mesma maneira:

    A circulação de informações, tanto de entrada quanto de saída, ocorre por meio da corrente, o movimento da respiração:

    A informação é transportada de um lugar para outro utilizando o ar como veículo.


    O ritmo da respiração é composto por dois extremos:

    – um mínimo ou mini,

    – um máximo ou maxi,

    esses dois extremos constituem o ritmo imperfeito ou não natural da respiração.

    Entre esses dois extremos, existe uma faixa onde toda a informação circulante é otimizada.

    A comunicação perfeita é aquela que ocorre dentro dessa faixa.

    É dentro dessa faixa que o elemento receberá toda, sem exceção, a informação que lhe é comunicada pelo sistema natural.

    É dentro dessa mesma faixa que o elemento depositará toda, sem exceção, a informação que percebeu, para benefício do sistema natural.

    Essa faixa constitui o ritmo perfeito ou natural da respiração.

    COROLÁRIO DESTE PRINCÍPIO NATURAL

    Diante das condições impostas pelo espaço evolutivo a um elemento dentro de seu (AB), em termos de respiração,

    diante do número infinito produzido pelos movimentos de inspiração e expiração que constituem a respiração durante essa mesma evolução,

    diante da obrigação do elemento de manter um ritmo respiratório perfeito, o CONTROLE constante da respiração torna-se essencial.

    Isso exige a existência de um mecanismo de controle da respiração em todos os elementos ELM do sistema natural.

    RESUMO:

    A comunicação perfeita dentro da « pareamento do sistema natural e do elemento » requer um ritmo respiratório perfeito e um mecanismo de controle da respiração.

    A falta de respeito ao ritmo respiratório prejudica a comunicação dentro do pareamento e leva à lentidão e imprecisões nos ajustes do elemento em questão.

    Portanto, nos Seres Humanos:

    COMUNICAÇÃO ===> CONTROLE DA RESPIRAÇÃO



  • 30 de outubro de 2024

    1º passo: comunicação e seu funcionamento. CONTINUAÇÃO

    Em relação ao binômio visto no artigo 20, datado de 26/08/25 13:20,

    O binômio é um PRINCÍPIO NATURAL:

    Refere-se à comunicação e cooperação exclusivas, inevitáveis ​​e indispensáveis ​​do elemento natural com seu sistema natural.

    A combinação máquina-sistema deve cooperar com o sistema natural do seu ponto A ao seu ponto B: este é o princípio natural.

    Durante seu processo (AB), o elemento nunca rompe seu vínculo: sistema natural – elemento do sistema.

    Em nenhum ponto ao longo do segmento (AB) o elemento se comunica e coopera com algo além do seu sistema natural.

    Para a máquina-combinação, sua conexão com outro elemento, e portanto sua comunicação e cooperação com esse outro elemento, É ANTINATURAL e, portanto, impossível.

    A impressão de realidade que o elemento natural experimentará diante de tal comunicação e cooperação com o outro elemento natural está no reino da alucinação, da ilusão.

    Yπ explicará em outro livro que a ideia problemática dos seres humanos, que consiste em priorizar sua comunicação e cooperação com outros seres humanos, até mesmo com a humanidade, sem se referir ao sistema natural, sem passar pelo sistema binário, em detrimento da comunicação e cooperação com o sistema natural, é antinatural, e que essa ideia problemática evidencia a alucinação em que os seres humanos operam.

    Yπ explicará então a origem, as causas e as consequências de tal alucinação.

    CONCLUSÃO:

    Qualquer outro padrão de comunicação ou cooperação, que não seja a relação diádica, é um padrão antinatural.

    Tudo o que é antinatural é uma alucinação.

    Yπ explicará em outro livro que a ideia problemática consiste em priorizar a comunicação e a cooperação com outros seres humanos, mesmo com a humanidade, sem recorrer ao sistema natural, sem passar pelo sistema binário, em detrimento da comunicação e cooperação com o sistema natural. E tudo o que é alucinação, ilusão, não existe e, portanto, é antinatural.

    Um ser humano que prioriza a comunicação e a cooperação com outro ser humano, ou mesmo com a humanidade como um todo, sem utilizar o sistema natural e, portanto, sem utilizar a relação diádica, demonstra estar operando dentro de uma ilusão.

  • 30 de outubro de 2024

    Continuação. Sobre o mecanismo do Amor-Próprio, intimamente ligado ao sistema binário.

    A condição ou restrição da evolução, imposta ao ELM pelo sistema natural, dentro do sistema binário [sistema natural – elemento do sistema], é clara e precisa:

    A comunicação e a cooperação são domínio exclusivo da ligação “sistema natural

    A comunicação e a cooperação entre dois ou mais ELMs devem necessariamente passar pelo intermediário que é o sistema natural.

    Este é o princípio natural do Egoísmo, ou Princípio Primário do binômio, que é esquematizado da seguinte forma:

    Sistema Natural

    O diagrama a seguir:

    Elemento Natural nº 1

    é o Princípio Secundário do binômio, chamado princípio natural do Altruísmo.


    LEMBRETE:

    O diagrama a seguir:

    ELM nº 1

    é antinatural.


    Sobre a existência de um MECANISMO DE SEGURANÇA nos elementos do sistema natural.

    Em cada elemento do sistema natural, existe um mecanismo de segurança projetado para isolar a máquina combinada da influência de perturbações em seu funcionamento.

    Os seres humanos, portanto, possuem um mecanismo de segurança projetado para isolá-los dos efeitos e consequências de perturbações que se manifestam como terror.

    Perturbação é o nome dado a uma influência de origem alienígena (origem do sistema do Vazio) e que, quando essa perturbação ocorre dentro do sistema natural, recebe o nome de CHOQUE μ. cf. a24 – 30/08/25 22.16.

    O choque mu tem o efeito de criar terror nos seres humanos, bem como paralisia em seu funcionamento, o que os pegará de surpresa, impedindo-os de estarem preparados para combater a perturbação.

    DIANTE DA PERTURBAÇÃO:

    Seu mecanismo de proteção será ativado; todos os mecanismos envolvidos entrarão em modo de segurança, o que significa que diminuirão sua velocidade ou até mesmo pararão.

    Ao mesmo tempo, um mecanismo para criar um transe hipnótico colocará o ser humano sob a influência de uma alucinação destinada a manter a ilusão de ainda estar dentro do sistema natural, até que o sistema natural dissipe o choque inicial.

    EM RESUMO:

    Quando uma perturbação alienígena penetra o sistema natural, ela provoca TERROR nos elementos do sistema natural e, portanto, nos seres humanos, que correm o risco de transformar sua trajetória perfeita em uma imperfeita.

    Esse TERROR interrompe o funcionamento das máquinas combinadas.

    Tendo à sua disposição um mecanismo de segurança projetado para proteger seus mecanismos, esse mecanismo é ativado.

    O princípio é simples:

    – Primeiro: isolar as máquinas-traje em uma bolha. – Segundo: criar uma alucinação tranquilizadora, ou seja, imagens, ilusões, que se assemelham perfeitamente às percepções usuais das máquinas-traje e que não correspondem a nenhuma realidade atual (os terrores e perturbações).

    O objetivo do sistema natural é permitir que as máquinas-traje mantenham sua trajetória perfeita até que o sistema natural elimine as perturbações.

    Assim que o choque desaparece, a alucinação desaparece, a transição de volta à situação natural é perfeita e as máquinas-traje retomam sua trajetória natural com a ajuda do sistema natural.

  • 30 de outubro de 2024

    Continuação #2. Sobre o mecanismo do Amor-Próprio, intimamente ligado ao sistema binário.

    AMOR-Próprio é Amor por Si Mesmo.

    “Amar a si mesmo” requer as seguintes condições essenciais (aquelas que nos são impostas pelo sistema natural):

    – ter conhecimento preciso do próprio funcionamento, isto é, conhecimento preciso de todos os próprios mecanismos,

    – ter conhecimento preciso da correspondência perfeita entre nossas funções teóricas (aquelas que correspondem às estimativas do sistema natural durante nosso desenvolvimento pré-A),

    – e ter conhecimento preciso de nossas funções reais, isto é, nossas capacidades durante nossa evolução em nosso (AB).

    O amor-próprio, ou autoestima, é, portanto, a correspondência entre as aspirações do sistema natural a nosso respeito e o que produziremos para ele durante nossa evolução em nosso (AB).


    AMOR-PRÓPRIO + NOSSOS RESULTADOS PRODUZIDOS DURANTE NOSSA EVOLUÇÃO em (AB) = ASPIRAÇÕES DO SISTEMA NATURAL DURANTE NOSSO DESENVOLVIMENTO.

    O amor-próprio se realiza quando essa igualdade é alcançada.

    O amor-próprio não está presente até que a igualdade seja alcançada.


    O amor-próprio é a confirmação de nossa compreensão precisa de como o sistema natural funciona e como nós mesmos funcionamos.

    O amor-próprio é um feedback da máquina combinatória EM DIREÇÃO ao sistema natural, sinalizando que tudo está funcionando perfeitamente e que o processo evolutivo da humanidade continua.

    Este é um passo natural e inevitável para as combinações de máquinas e, portanto, para os seres humanos, contribuindo para sua evolução perfeita,

    contribuindo, assim, para sua trajetória perfeita e, consequentemente,

    contribuindo para sua jornada agradável entre A e B.

    O amor-próprio é, portanto, um FEEDBACK para o sistema natural, CONFIRMAR que o processo continue até o ponto B.

    Este feedback é crucial para que o sistema natural controle a combinação de máquinas.

    Enquanto este feedback não chegar ao sistema natural, a evolução perfeita da combinação de máquinas em seu caminho (AB) fica comprometida e exigirá que o sistema natural exerça pressão significativa sobre a combinação de máquinas até que um resultado positivo seja alcançado.


    EM CONCLUSÃO:

    A autoestima, ou amor-próprio, deve ser classificada como um sinal que as máquinas combinadas emitem para o sistema natural.


    A autoestima está presente e estabelecida na máquina combinada, ou não está.

    Ao responder à seguinte pergunta:

    « Você é feliz como é, ou rejeita partes de si mesmo de que não gosta? »,

    se a resposta for: « Sim, sou feliz », então a autoestima deve ser considerada alcançada.

    Se a resposta for: « Não, não sou feliz », então a autoestima deve ser considerada não alcançada.


    NOTA:

    « Para compreender plenamente o funcionamento do sistema natural e o nosso próprio funcionamento — isto é, para ter um conhecimento preciso desses dois sistemas — »

    é uma condição, uma restrição natural à qual devemos nos submeter e obedecer, para que nossa evolução nos permita uma JORNADA AGRADÁVEL. Isso corresponde ao NOSSO próprio interesse.

    MAS TAMBÉM É UMA CONDIÇÃO INEVITÁVEL PARA NOS GUIAR RUMO AO AMOR-PRÓPRIO. Isso corresponde ao interesse do sistema natural (que aguarda esse feedback).