• 30 de novembro de 2024

    O PRESENTE é a posição de um elemento do SISTEMA NATURAL, portanto, de uma ENTIDADE EXISTENTE dentro do sistema hospedeiro.

    UMA ENTIDADE EXISTENTE É UMA RAZÃO PARA A EXISTÊNCIA DO SISTEMA NATURAL que se transformará em uma construção ou que já terminou de construir e, portanto, não está operacional porque NÃO FOI INTRODUZIDA no SISTEMA HOSPEDEIRO.

    O presente também significa a FUNÇÃO deste elemento:

    receber o FUTURO original do SISTEMA DO NADA [e, portanto, que não é uma construção do sistema natural e, portanto, NÃO EXISTE], e transformá-lo no PRESENTE (o FUTURO assume o nome do elemento do sistema natural (o presente) que o recebe e o distribui para o sistema natural),

    e

    transformá-lo no PASSADO, isto é, em existente por meio de sua integração pelo e dentro do SISTEMA NATURAL.

    Deve-se considerar que o SISTEMA DO NADA é um sistema de suprimento para o sistema natural. (H.h., Hipótese Superior: e vice-versa; cf. artigos que tratam do MSP).

    Todos os elementos, portanto, começam como uma razão de ser para o benefício do sistema natural e são concebidos e construídos pelo sistema natural: esta é a existência. ELES EXISTEM.

    Somente então esses elementos são introduzidos no sistema hospedeiro para cumprir sua razão de ser: a presença. ELES ESTÃO PRESENTES.

    A concepção e a construção do ser humano, originalmente um « sistema natural » exclusivo,

    conferem a ele o status de EXISTÊNCIA:

    O SER HUMANO EXISTE.

    Mas o ser humano existe apenas dentro de um dos dois sistemas que compõem nosso sistema binário (E1 e E2).

    O outro sistema é o SISTEMA DO NADA.

  • 11 de março de 2026

    Continuação do artigo L2-11

    O Sistema Natural constrói todos os seus elementos obedecendo a uma Lógica e a Princípios Naturais estáveis ​​e idênticos.

    Todos os seus elementos se duplicam (reproduzem).

    O respeito (reprodução fiel e perfeita do elemento percebido) pela lógica e pelos princípios naturais impõe a igualdade entre o elemento percebido por outro elemento e o elemento que o elemento que percebe reproduz.

    ELM.º percebe ELM¹ e reproduz ELM¹ como um ELM¹’, de modo que:

    ELM¹’ = ELM¹.


    Quando a lógica natural é que o Sistema Natural S¹U constrói ELM¹ obedecendo à sua Lógica e aos seus Princípios, e que ELM¹ se reproduz em ELM1′, então ELM1′ possui a Lógica e os Princípios Naturais.

    Por outro lado, quando um observador O observa a identidade perfeita ELM¹′ = ELM¹, então ele deduz precisamente a presença da Lógica e dos Princípios Naturais em ambos os elementos.

    Então:

    quando a Lógica e os Princípios Naturais são encontrados em todos os elementos, então a Lógica e os Princípios Naturais estão presentes no Sistema Natural.


    Importância disso:

    Quando um elemento reconhece a presença da Lógica e dos Princípios Naturais em todos os elementos do seu ambiente e se reconhece como uma reprodução desses elementos, então ele aceita tacitamente a existência e a presença da Lógica e dos Princípios Naturais dentro de si.

    Assim, reconhece-se como uma construção do Sistema Natural.

    Assim, reconhece-se como possuidora de uma Razão de Existir que é propriedade do Sistema Natural.

    Submete-se e obedece à Lógica e aos Princípios Naturais.

    Submete-se e obedece à sua Razão de Existir.

    Então, sua jornada (AB) é agradável.


    Em todos os outros casos,

    então sua jornada (AB) é árdua.


    Uma compreensão precisa, por parte dos seres humanos, do funcionamento do Sistema Natural (seu ambiente) caminha lado a lado com sua perfeita submissão e obediência à lógica e aos princípios do Sistema Natural.

    A recusa em submeter-se e obedecer à lógica e aos princípios da natureza não é uma escolha nem uma decisão, mas sim uma consequência, na melhor das hipóteses, de sua compreensão falha de como o Sistema Natural funciona e, na pior, de sua ignorância a respeito dele.

    Essas recusas em submeter-se e obedecer formam a estrutura que define os problemas psicológicos humanos.


  • 27 de novembro de 2024

    Existe uma ENTIDADE, chamada E° por Yπ,

    e que não tem começo nem fim.

    NENHUMA outra entidade EXISTIU, EXISTE OU EXISTIRÁ.

    Yπ simbolicamente lhe atribui o valor 1.

    Nada existe além do valor 1.


    O modelo é o movimento realizado pela entidade E°.


    Por razões específicas desta ENTIDADE, e conhecidas por Yπ,

    E° —> E°\ E° —> E¹_E². Isto é DIVISÃO.

    A entidade E° se divide em duas entidades, E¹ e E²,

    Tal como (E¹ união E²) → E°

    Então as entidades E¹ e E² se fundem.

    Essa fase é chamada de fusão:

    isto é, quando a entidade E1 se une à entidade E², a entidade E° é instantaneamente reformada.

    Os valores de E¹ e E² serão escritos da seguinte forma:

    Esta é a definição da complementaridade das duas entidades.

    Se E¹ união E² resulta em E° = 1,

    E¹ > 1 tende ao infinito, → ∞.

    E² < 1 tende a zero, → 0.

    As duas entidades são opostas e complementares.

    A divisão as tornará completamente opostas uma à outra:

    Um sistema rejeita todas as características do outro sistema.

    E vice-versa.

    A fusão tornará os dois sistemas completamente complementares:

    Os dois sistemas se aproximarão e compartilharão todas as suas características.

    A fusão das duas entidades restaura o valor 1 e E°.

    O modelo é a história desse movimento ao qual a humanidade pertence e participa como uma construção produzida por um dos dois sistemas, o sistema natural.


    NOTA:

    Postula-se Yπ.

    O modelo já ocorreu; o movimento está completo.

    Mas, para os seres humanos, estamos vivendo atualmente o desdobramento desse modelo.

    A hipótese mais provável é que os seres humanos estejam evoluindo na fase de fusão.


    A ENTIDADE E¹ é o Sistema Natural, no qual TUDO ESTÁ PRESENTE e onde TUDO EXISTE na forma de elementos: o ser humano é um Elemento do sistema natural.

    A ENTIDADE E² é chamada de Sistema Vazio, no qual NADA está presente e onde NADA EXISTE.

  • 27 de novembro de 2024

    Conceito de binômio:

    O binômio é a ligação entre dois elementos.

    O binômio primordial é a ligação entre E° e as entidades E¹ e E².

    A ligação é escrita da seguinte forma: E_E.

    β( E¹ _ (E¹-E²) ).

    E o binômio é escrito da seguinte forma, para o binômio primordial:

    β(E¹_E²). Este binômio não existe no modelo.

    Os seguintes binômios:

    β( E¹_S¹U). Para a entidade E¹ com o sistema natural.

    β(S¹U_Iª) para o sistema natural com o ser humano.

    β(E²_Neant).

    OS PAREAMENTOS ESTABELECEM UMA LIGAÇÃO ENTRE APENAS DOIS ELEMENTOS.

    A ligação é permanente e duradoura ao longo das fases relevantes. (Essas fases serão estudadas posteriormente).

    Nenhum elemento que compõe o pareamento é independente: todos os elementos do pareamento são interdependentes.


    O MODELO, quando simplificado, é muito mais fácil de entender:

    E° concebe e constrói uma História, a da obtenção de duas entidades E, E¹ e E°.

    A HISTÓRIA é o método para obter essas duas entidades e narra seu desenvolvimento, bem como sua resolução.

    A história será, portanto, dividida em três fases:

    O início, o desenvolvimento da história e o fim da história.

    Esta história apresenta protagonistas: personagens e outros.

    Ela possui um roteiro. Atribui papéis aos atores.

    Possui um cenário (o espaço) e um palco onde a ação ocorre.

    O Modelo e a História nos permitirão estabelecer as definições de seres humanos, definições essas que nos possibilitarão responder perfeitamente à questão fundamental:

    ONDE ESTÁ O SER HUMANO?

    E O QUE ELE ESTÁ FAZENDO LÁ?

    Essas duas questões permitem a ativação dos mecanismos de funcionamento humano.


    À questão fundamental, q.f.°:

    ONDE ESTÁ O SER HUMANO?, a resposta perfeita, rf⁰, é formulada da seguinte maneira:

    A resposta fundamental, rf⁰, é formulada da seguinte maneira:

    A entidade E¹ tem a instrução imposta pela entidade E° de contribuir para a execução perfeita do modelo. A entidade E¹, por meio do sistema natural, obedecendo a essa instrução (chamada: utilidade e necessidade), concebe e constrói um elemento, ELM, o « ser humano », destinado a cumprir essa instrução.

    Para esse fim, E¹ faz com que o ser humano se desloque dentro do seu sistema com a função de alcançar um objetivo, ou alvo.

    Yπ, portanto, fala da evolução do ser humano em um segmento do sistema hospedeiro, um segmento chamado jornada (AB).

  • 27 de novembro de 2024

    À questão fundamental, qf′°:

    ONDE ESTÁ O SER HUMANO?

    A resposta perfeita, rf⁰, é formulada da seguinte maneira:

    A entidade E¹ tem a instrução imposta pela entidade E° de contribuir para a execução perfeita do modelo. A entidade E¹, por meio do sistema natural, obedecendo a essa instrução (chamada: utilidade e necessidade), concebe e constrói um elemento, ELM, o « ser humano », destinado a cumprir essa instrução.

    Por essa razão, E¹ faz o ser humano viajar dentro de seu sistema com a função de alcançar um objetivo, ou alvo.

    Yπ se expressa assim:

    Um Sistema, obedecendo a uma necessidade, constrói o ser humano para satisfazer essa necessidade e faz com que o ser humano se mova (a evolução do ser humano) ao longo de um segmento desse sistema (hospedeiro), um segmento chamado jornada (AB).

    Ou:

    NÓS EXISTIMOS E ESTAMOS PRESENTES EM UM SISTEMA QUE PRECISA DE NÓS.


    À pergunta fundamental, qf′:

    O QUE ESTAMOS FAZENDO NESTE SISTEMA?

    a resposta perfeita, rf⁰, é formulada da seguinte maneira:

    Essa resposta rf′° é encontrada no funcionamento do sistema natural e, portanto, no funcionamento dos seres humanos.

    As duas fases principais da resposta são as seguintes:

    – O sistema natural determina o alvo e constrói o ser humano com base nas características estimadas do alvo: o funcionamento do ser humano será extremamente específico.

    – Durante sua evolução ao longo de sua jornada (AB), o ser humano terá que se adaptar ao seu funcionamento para alcançar seu objetivo.

    O ensinamento de Yπ aos seres humanos consiste em apresentar as instruções de funcionamento do sistema natural e torná-las perceptíveis e compreensíveis a todos os seres humanos.

    De fato, a maior dificuldade, como Yπ nos ensinará mais adiante, reside nas incertezas que o sistema natural terá em relação à construção do ser humano.

    Essa construção dependerá, na verdade, de informações que não são controladas pelo sistema natural.

  • 27 de novembro de 2024

    Sobre as tentativas respectivas e simultâneas de fusão das duas entidades E¹ e E², e suas consequências para ambas as entidades.

    As duas entidades, E¹ e E², devem se fundir: essa fusão bem-sucedida recriará a entidade E°.

    Mas essa fusão final não acontece de forma simples e imediata. Ela ocorre, em última instância, após um número infinito de tentativas malsucedidas:

    E¹ tenta se fundir com E², mas essas tentativas falham.

    E² então tenta se fundir com E¹, mas essas tentativas também falham.

    Essas tentativas, seguidas por essas falhas, afetam tanto a entidade que tenta se fundir quanto a entidade que está sendo fundida.

    Por exemplo:

    Quando a entidade E² inicia uma tentativa de fusão com a entidade E¹, essa tentativa deformará a entidade E¹ tanto externa quanto internamente. Todos ou parte dos elementos que constituem a entidade E¹ serão submetidos a essa deformação, que é chamada de DEFORMABILIDADE.

    Em nosso exemplo, Yπ se referirá à deformabilidade de E¹.

    O termo usado para os elementos ELM deformados de E¹ será « PERTURBAÇÃO ».

    Os elementos de E¹ sofrerão uma perturbação.

    Este é o PRINCÍPIO NATURAL, P.u. De:

    Tentativa de fusão → Falha da tentativa → Deformabilidade → Perturbações

    Isso resulta no desalinhamento dos elementos da entidade durante sua evolução ao longo de seu segmento (AB).

    Diante dessa falha, a entidade perturbada absorve os efeitos que a tentativa de fusão produziu sobre ela.

    Hipótese alta, H.h.:

    – Após a absorção, a entidade retorna à sua forma original, desaparecendo todos os vestígios de deformabilidade.

    Hipótese baixa, H.b.:

    – Após a tentativa de fusão, ambas as entidades retêm os vestígios de deformabilidade resultantes da tentativa: elas, assim como seus elementos, permanecerão deformadas.


    Em relação à entidade E¹ e seus elementos, como o ser humano, perturbações resultarão em interrupções em alguns de seus mecanismos operacionais, levando a um desvio na trajetória humana que a afastará de seu alvo e imporá uma reação imediata ao sistema natural que a guia, na forma de correções aplicadas ao ser humano e à sua trajetória.


    EM RESUMO:

    O ser humano é uma construção do sistema natural, que o integra ao sistema hospedeiro para alcançar um alvo.

    Durante sua jornada, o ser humano se move ao longo de uma TRAJETÓRIA que vai do ponto A ao alvo.

    Devido à deformabilidade das duas entidades, E¹ e E², que constantemente produz perturbações em cada sistema respectivo,

    ESTA TRAJETÓRIA é regularmente desviada.

    Esses desvios são explicados pelas disfunções experimentadas por certos mecanismos no ser humano.

    No referencial humano (denominado por Yπ, « base humana » ou Iª base), essas disfunções são denominadas PROBLEMAS PSICOLÓGICOS.


    NA APLICAÇÃO DE Yπ

    Ao aplicar este princípio natural Yπ de deformabilidade, podemos redefinir o que exatamente constitui os problemas psicológicos dos seres humanos:

    As consequências, os efeitos, sobre eles, das DISTÚRBIOS ABSORVIDOS pelo SISTEMA HOSPEDEIRO no qual evoluem.

    Em nenhum momento de sua jornada evolutiva (AB) os seres humanos são:

    A origem de seus problemas psicológicos, sejam eles provenientes de elementos do ambiente ou deles mesmos,

    – donos de seus problemas psicológicos,

    – responsáveis ​​por seus problemas psicológicos,

    Em nenhum momento:

    eles têm o menor poder de decisão sobre esses problemas psicológicos,

    eles têm qualquer iniciativa sobre esses problemas psicológicos.

    Portanto, a resolução dos problemas psicológicos humanos é iniciada pelo sistema natural e nada mais.


  • 27 de novembro de 2024

    O Motor do MODELO.

    Detalhes sobre a DIVISÃO e FUSÃO das entidades E¹ e E².

    O conceito interessante da entidade E° é sua própria divisão em duas entidades, E¹ e E², seguida de sua fusão, que restaura E°.

    O MOTOR desta operação, criado pelo MODELO, consiste em dois movimentos M atribuídos às duas entidades E¹ e E². Essas entidades e movimentos M resultam em duas trajetórias, T, T¹ e T².

    Como visto anteriormente, e a partir do momento da divisão, instantaneamente,

    -E¹ move-se em direção ao infinito,

    -E² move-se em direção a zero ou ao nada.

    Essas duas trajetórias correm em paralelo e tentarão se fundir para recriar a entidade E°: esse é o conceito atraente da entidade E°.

    A fusão ocorre no PONTO DE JUNÇÃO das duas trajetórias.

    Nesse ponto de junção, o movimento infinito será adicionado ao movimento zero, e esses dois movimentos se neutralizarão, fazendo com que ambas as entidades E¹ e E², bem como suas duas trajetórias, desapareçam.

    A JUNÇÃO DAS DUAS ENTIDADES encerra essa transformação, com a entidade E° tornando-se E° novamente: ou seja, o número 1 e a ausência de qualquer movimento.

    A fusão instantânea encerra o modelo.


    As tentativas de unir as duas trajetórias serão infinitas.

    Essas tentativas de união correspondem ao fenômeno de deformabilidade observado em ambas as entidades.

    As tentativas de junção iniciadas pela trajetória T² da entidade E² produzem o FUTURO, ou seja, uma tentativa da entidade E² de obter vantagem sobre a entidade E¹.

    A entidade E¹ então constrói elementos projetados para absorver o futuro, transformando-o em passado: o ser humano, uma combinação máquina-humano ultra-sofisticada, tem a função principal de transformar o futuro em passado. Essa FUNÇÃO PRINCIPAL É CHAMADA DE PRESENTE.


    OS SERES HUMANOS são máquinas projetadas para ABSORVER O FUTURO E TRANSFORMÁ-LO EM PASSADO, direcionando-o para seu sistema hospedeiro, o sistema natural, que será responsável por preservá-lo (PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA).


    O futuro é definido como elementos que não existem dentro da entidade E¹ e que exigem que a entidade E¹ os bloqueie, colocando barreiras entre si e a entidade E², barreiras projetadas para absorver o futuro e neutralizá-lo na forma do passado.

    Os seres humanos são construções cuja função primária é neutralizar e transformar o futuro em passado.

    Essa operação de neutralização e transformação é a fonte dos terrores dos seres humanos, que perturbam constantemente seu funcionamento: essa é a CONSTITUIÇÃO DO CHOQUE μ.


    O DIAGRAMA É ESCRITO DA SEGUINTE FORMA:

    Tentativa de unir as duas entidades = criação de perturbações na máquina-combinação « ser humano » —> choque μ = produção de terrores no ser humano —> ativação do sistema de proteção do ser humano —> criação de uma bolha permanente na forma de uma alucinação permanente.

    Essa alucinação permanente está na origem do sistema antropocêntrico, o SA, um sistema virtual que não existe e que será estudado posteriormente.


  • 27 de novembro de 2024

    DEFORMABILIDADE E SEUS PRINCÍPIOS.

    Deformabilidade refere-se à capacidade de   entidades se deformarem mutuamente durante tentativas de união para fusão.

    Durante as tentativas de união, as entidades sofrem ou causam uma deformação que resulta em rupturas na zona de deformação, modificações na lógica e nos princípios da entidade deformada, em favor das influências da lógica e dos princípios da segunda entidade deformadora.

    Parte da entidade deformada terá seus elementos parcialmente rompidos, forçando-a a corrigir seus elementos.

    Isso é o que acontece com os seres humanos quando se envolvem na troca de informações de entrada e saída com o sistema vazio.

    Os seres humanos sofrerão uma deformação durante sua fase de sono, Φss.

    H.HAUTE: Isto é o que acontecerá a alguns elementos do sistema natural, aqueles que ocupam a zona de deformabilidade (quando a entidade está em estado de deformação), incluindo os seres humanos durante sua fase de vigília, Φe, durante a propagação do futuro.

    « Para ilustrar isso, podemos tomar o exemplo de dois balões idênticos, inflados na mesma medida, um parado e outro que se move para colidir com o primeiro balão. » O primeiro balão se deformará internamente com o impacto, e o segundo balão penetrará o primeiro, com pouca ou nenhuma deformação.

    Quando Yπ fala de deformabilidade, refere-se a DESALINHAMENTOS ESTRUTURAIS e, portanto, a correções e ajustes dos elementos de um sistema, realizados pela entidade.


    NOTA:

    Φe = fase de vigília.

    Φss = fase de sono.


  • 27 de novembro de 2024

    Fundamento da LÓGICA que permite a existência de elementos dentro de entidades.

    Lembrete:

    O modelo é a fusão da entidade E¹ com a entidade E².

    Essa fusão só é efetiva após um número infinito de tentativas por ambas as entidades.

    Cada entidade segue uma trajetória, e cada trajetória contradiz a outra, tornando as tentativas incertas e difíceis de alcançar.

    As tentativas de fusão malsucedidas forçam cada entidade a se esforçar cada vez mais pela perfeição,

    até que o nível desejado seja alcançado por ambas as entidades simultaneamente.


    As entidades são, portanto, compostas por meios que lhes permitem modular e refinar-se, buscando a perfeição:

    Cada tentativa frustrada de fusão obriga a entidade a fazer todo o possível para progredir rumo ao sucesso, ou seja, à fusão bem-sucedida.

    As entidades são, assim, construções, compostas por pelo menos um elemento.

    Essa busca pela perfeição se reflete em todos os elementos da entidade E¹: cada elemento do sistema natural está destinado a ser perfeito e a ter uma evolução perfeita do ponto A ao ponto B.

    Cada elemento é um projeto — uma construção — do sistema natural:

    Esse projeto — uma construção do sistema natural — é desenvolvido com o objetivo primordial de alcançar a perfeição.

    Após o elemento ser utilizado e confrontado, dentro do sistema hospedeiro, com as perturbações relacionadas à deformabilidade durante a tentativa de fusão, o sistema natural enfrentará sistematicamente a seguinte escolha:

    – MANTER este elemento construído, porque foi satisfatório.

    – NÃO MANTER este elemento construído, porque foi decepcionante.

    Isso obviamente se aplica aos seres humanos, que são elementos do sistema natural.

    Ao atingir o ponto B, um ser humano será removido do sistema hospedeiro, desmontado, sua memória recuperada e, em seguida, todos os seus mecanismos operacionais serão analisados ​​de acordo com sua utilidade para o sistema natural.

    Essa análise determinará se, na NECESSIDADE de sua construção, eles foram ÚTEIS.

    SE SIM, então os esquemas de sua construção serão PRESERVADOS e o elemento do sistema natural será reutilizado.

    SE NÃO, então o projeto de sua construção não será preservado e o elemento NÃO SERÁ REUTILIZADO.

    Quanto aos seres humanos, eles são compelidos a buscar a perfeição por dois motivos:

    – O primeiro motivo é garantir uma JORNADA AGRADÁVEL (AB).

    – O segundo motivo é ESPERAR REUTILIZAÇÃO na próxima tentativa de fusão.


    Essas condições de evolução dentro do sistema hospedeiro são encontradas nas INSTRUÇÕES DE USO, o ME.

    Estas instruções de uso são acessíveis a todos os elementos do sistema natural.

    Como a obtenção da perfeição é o objetivo do sistema natural e de sua entidade E¹, e como isso inevitavelmente e necessariamente envolve a obtenção da perfeição em cada um de seus elementos, cada elemento tem, portanto, um interesse duplo em alcançar a perfeição.


    O SISTEMA YPARCHO É UMA FERRAMENTA PARA DESCOBRIR E COMPREENDER AS INSTRUÇÕES DE USO.