• 29 de outubro de 2024

    Sobre a memória branca e a memória negra, bem como sobre as fases da vigília (Φe) e do sono (Φss), referentes a todas as construções, sem exceção, do sistema natural.


    MEMÓRIA BRANCA:

    A função da memória branca é o armazenamento de dados provenientes dos mecanismos de percepção (dados recebidos destinados principalmente ao funcionamento da máquina combinatória e ARMAZENADOS na forma de IMAGENS).

    Bem como a redistribuição desses dados, na forma de suprimentos para os mecanismos de operação.

    A função da memória branca pode ser resumida como:

    “MEMÓRIA OPERACIONAL” ou memória do funcionamento dos circuitos internos do ser humano.

    É essa memória que, por meio de recordações, proporciona ao ser humano, dentro do sistema antropocêntrico, essa IMPRESSÃO DE EXISTÊNCIA E PRESENÇA, validada pela lógica do sistema antropocêntrico e seus princípios falhos.

    ESSA MEMÓRIA ESTÁ ASSOCIADA À FASE DE VIGÍLIA, Φe.

    Basicamente (para o ser humano), ou seja, para o ser humano, a DURAÇÃO DA VIDA HUMANA entre o ponto A e o ponto B é calculada como a SOMA DAS FASES DE VIGÍLIA.

    De fato, em termos de IMPRESSÃO DE EXISTÊNCIA, um ser humano jamais acumulará a duração de suas fases de sono ao longo da vida, DEVIDO À FALTA DE MEMÓRIA que lhe permita avaliar essa fase.

    Finalmente, o que se deve dizer sobre a memória branca é a ausência de comunicação entre a memória branca e a memória negra, resultando na ausência de comunicação entre as fases de vigília e sono.

    Essa é uma característica das estruturas dos elementos do sistema natural. *

    MEMÓRIA NEGRA:

    É uma MEMÓRIA DE TRÂNSITO.

    Ela é projetada para absorver informações muito rapidamente e armazená-las por um curto período, descartando-as em seguida com a mesma rapidez.

    É a memória utilizada durante a fase do sono, Φzz.

    Aqui está o diagrama do circuito:

    Troca entre o SISTEMA do Vazio e o SISTEMA NATURAL, envolvendo informações recebidas (o Futuro) e informações enviadas (pensamentos perfeitos) do ser humano (que atua como intermediário). (Essa operação ocorre durante a deformabilidade entre as duas entidades E¹-E², conforme estudado em artigos anteriores.)

    A memória negra serve como um local de armazenamento por um curtíssimo período, permitindo que o circuito de informações recebidas seja organizado em direção ao sistema natural.

    Então, muito rapidamente, essa informação recebida é redirecionada através do CIRCUITO DA RESPIRAÇÃO (o principal mecanismo utilizado é a respiração), em direção ao SISTEMA NATURAL, durante a fase do sono.

    Aqui também, a memória escura não se comunicará com a memória clara, assim como não haverá comunicação entre a fase do sono e o estado de vigília.

    Aqui também, é importante notar que o ser humano, tendo uma SENSAÇÃO DE NÃO EXISTÊNCIA E AUSÊNCIA, é incapaz de calcular a soma das fases do sono ao longo de sua vida entre A e B.

    Continua…

  • 29 de outubro de 2024

    Uma retrospectiva das memórias e das fases do sono e da vigília.

    É crucial compreender que o modo de compreensão utilizado pelos seres humanos dentro do sistema antropocêntrico é completamente falho.

    Esse modo de compreensão não leva ao conhecimento preciso necessário para o funcionamento ideal de um ser humano.

    No caso da memória, para compreender sua função precisamente, é preciso entender seu papel no mecanismo de fusão.

    Essa memória é chamada de MEMÓRIA PRIMORDIAL ou INICIAL.

    Ela é essencial para as entidades E¹ e E² gerenciarem as falhas das tentativas de fusão; ou seja, é essencial para o planejamento da próxima tentativa de fusão.

    A ORDEM É A SEGUINTE:

    Tentativa de fusão + memorização de todos os detalhes da tentativa de fusão: esta é a memória primordial —> falha da tentativa de fusão —> análise, por ambas as entidades, da tentativa falha, com base na análise das informações armazenadas nas memórias das entidades —> salvamento desses dois grupos de memórias na memória primordial —> recomposição da segunda fusão, modificada e aprimorada, sendo cada elemento de cada entidade composto, entre outras coisas, por uma nova memória em branco. Etc…

    O conceito atraente de memória é, portanto, um conceito atraente de PROJETO ESTRUTURAL, ou seja, um conceito que remonta à origem do MODELO estudado anteriormente.

    O projeto e a construção de todos os elementos do sistema natural, sem exceção, baseiam-se, entre outras coisas, em uma ou mais memórias, que constituem mecanismos que vêm em ordem de importância imediatamente após o MECANISMO DA RESPIRAÇÃO.


    Deve-se compreender que a agradável ideia de memória pertence à LÓGICA DO MODELO.

    Anteriormente, Yparcho explicou o processo de criação da lógica e dos princípios antropocêntricos:

    • a saber, a distorção da lógica e dos princípios naturais, « os seres humanos são um elemento menor do sistema natural e estão a serviço do sistema natural », na ideia fundamentalmente falha de « os seres humanos estão no centro do sistema natural e o sistema natural está a seu serviço ».

    É assim que a humanidade distorceu o propósito e as funções da memória, usando-as para seu próprio benefício (a RECUSA EM CONFRONTAR O TERROR).

    O sistema antropocêntrico afirma que a memória serve principalmente à humanidade e que a humanidade atribui o mesmo propósito da memória a todos os elementos do seu ambiente: esses elementos obedecem e estão sujeitos à mesma lógica que a humanidade em relação à sua memória.

    O princípio antropocêntrico é que a memória se destina a servir exclusivamente aos seres humanos, e a memória dos elementos do seu ambiente destina-se a servir aos seres humanos (outros elementos do seu ambiente estão, portanto, sujeitos e obedecem à lógica e aos princípios antropocêntricos considerados naturais pela humanidade).

    É assim que os seres humanos se apropriam, monopolizam e limitam a função da memória.

    Quando um ser humano tenta compreender as razões de sua existência e o funcionamento de sua memória, isso inevitavelmente leva a um mal-entendido.

    O ser humano será forçado a criar todo um sistema de princípios projetado para validar seu mal-entendido com uma compreensão precisa.


    A memória deve ser considerada como uma unidade de armazenamento, projetada para reter todos os tipos de informações e dados que serão necessários e reutilizados durante o desmantelamento do ser humano pelo sistema natural, como parte do aprimoramento da próxima tentativa de fusão.

    As informações e os dados errôneos serão removidos, e apenas as informações e os dados precisos serão retidos.

    Portanto, a memória é a construção, na Fase Pré-A, de uma unidade de informação vazia (em branco).

    Os dados e as informações são chamados de « memórias ».

    Continua…

  • 29 de outubro de 2024

    Um olhar retrospectivo sobre o comportamento humano.

    cf. a12 – 19/08/2025 13:00.

    Quando o sistema natural considera apenas uma situação, a situação natural, que se origina do sistema natural,

    o sistema Yparcho destaca a presença de uma segunda situação chamada situação não natural:

    essa situação não natural não é reconhecida pelo sistema natural. Ela corresponde a situações que surgem do sistema antropocêntrico.

    Com base no « sistema natural », os seres humanos evoluem dentro do sistema natural.

    Com base no « ser humano », os seres humanos evoluem dentro do sistema antropocêntrico.

    As consequências do comportamento humano são, portanto:

    Com base no « sistema natural », o comportamento humano é não natural.

    Esses desequilíbrios decorrem de perturbações externas. Somente o sistema natural, por meio de correções, possibilitará o retorno a uma trajetória humana perfeita.


    Baseado no « ser humano », o comportamento humano é perfeito.

    Esses desequilíbrios são chamados de PROBLEMAS PSICOLÓGICOS.

    Os seres humanos são a origem de seus problemas psicológicos.

    Somente os seres humanos podem fazê-los desaparecer.


    Deve-se considerar que o OBJETIVO PRIMORDIAL das duas entidades E1 – E2 é a FUSÃO.

    Essa fusão ocorre através dos resultados da combinação de um número infinito de máquinas de combinação que funcionam perfeitamente.

    Devemos considerar que o ser humano é uma máquina de combinação dentro dessa infinidade de elementos.

    Devemos considerar que cada uma dessas máquinas de combinação tem a obrigação, a restrição, a instrução de funcionar perfeitamente.

    Devemos considerar que é imperativo para o ser humano conhecer precisamente essa obrigação, essa restrição, essa instrução: ou seja, uma trajetória perfeita, que é a soma infinita de comportamentos perfeitos.

    O sistema natural fornece a todas as suas estruturas um manual de funcionamento geral e um manual de funcionamento personalizado.

    A rejeição, por parte do ser humano, da lógica e dos princípios do sistema natural é uma rejeição antinatural.

    A evolução dos seres humanos, como visto na jornada (AB), quando ocorre com desrespeito a regras, obrigações e restrições, inevitavelmente leva a um comportamento humano antinatural.

    Isso desencadeia uma reação inevitável do sistema natural em relação à espécie humana.

    Os efeitos dessa reação são infinitos.

    Vão desde a substituição dos seres humanos até o aumento do seu poder.

    O sistema natural, ao reagir, leva em consideração:

    O custo do desenvolvimento humano.

    Sua produtividade.

    Continua…

  • 29 de outubro de 2024

    Uma retrospectiva sobre ajustes e disfunções.

    Na lógica natural e nos princípios naturais, a ordem de progressão das disfunções é a seguinte:

    – Primeiro, a deformabilidade das duas entidades em relação uma à outra.

    – Segundo, os dois sistemas sofrem deformações.

    – Terceiro, as deformações afetam todos os elementos constituintes dos sistemas.

    – Quarto, os próprios elementos se deformam: tornam-se disfuncionais.

    – Quinto, os elementos disfuncionais acentuam e aumentam as disfunções em seu ambiente.

    Este diagrama representa a SITUAÇÃO NATURAL.


    EM SITUAÇÕES NÃO NATURAIS, dentro do sistema antropocêntrico:

    A lógica antropocêntrica apropria-se da lógica natural e a distorce.

    Os seres humanos alteram o padrão natural, transformando-o em um padrão antropocêntrico.

    Isso resulta na seguinte sequência:

    – Primeiro, o ser humano torna-se disfuncional.

    – Segundo, o ser humano perturba seu ambiente.

    – Terceiro, o ambiente perturbado modifica o funcionamento do sistema.

    Considerando-se o centro do sistema e que o sistema lhes é submisso, os humanos consideram normal seu poder de distorcer o ambiente.

    Eles constroem e desenvolvem toda uma lógica para fazer com que seu comportamento pareça natural. Dentro dessa lógica reside um princípio: os problemas psicológicos são considerados disfunções cuja origem é completamente desconhecida, tornando, assim, impossível a sua resolução.

    Essa compreensão falha do processo de construção de problemas psicológicos complica ainda mais o desenvolvimento de soluções.


    NOTA:

    Para um sistema, a lógica e seus princípios devem ser considerados sua verdadeira espinha dorsal, um esqueleto essencial que, apesar de todas as distorções que o sistema sofre, preserva e mantém sua forma inicial.

  • 29 de outubro de 2024

    Continuação do artigo a80 01/10/25 22:20

    Sobre ajustes e mau funcionamento.

    Quando o sistema natural constrói máquinas combinadas, estas são COMPLETAMENTE ISENTAS DE RESPONSABILIDADE.

    NO SISTEMA NATURAL:

    isto é, quando o ser humano está A SERVIÇO DO SISTEMA NATURAL:

    – em nenhum momento de sua evolução em seu (AB) o ser humano é responsável por si mesmo. Ele não é nada mais do que uma construção pertencente ao sistema natural, sendo todas as decisões tomadas por este último.

    Dentro da existência e presença do sistema natural, os seres humanos não têm responsabilidade ou poder de decisão (LEMBRETE) na evolução de seu criador (o sistema natural).

    Os seres humanos não são de forma alguma responsáveis ​​por todos os seus defeitos.


    H.h.: Os seres humanos são construções que se corrigem e se regulam; eles possuem mecanismos de autorregulação que lhes permitem agir dessa maneira.


    EM SITUAÇÕES NÃO NATURAIS:

    Quando os humanos se integram ao sistema antropocêntrico, a alucinação em que operam lhes dá a ilusão, por meio desses mecanismos de autocorreção, de serem responsáveis ​​e de possuírem certo poder de decisão.

    Os seres humanos têm a ilusão de se corrigirem e se regularem:

    A alucinação confere aos seres humanos a ilusão de independência e livre-arbítrio.

    Os seres humanos percebem o funcionamento desses mecanismos como se fossem animados pelos movimentos da vida.

    No entanto, esses mecanismos de autocorreção são projetados desde a concepção e construção dos elementos no pré-A, pelo sistema natural.


    Em conclusão:

    Deve-se compreender que o ESTADO DE COMBINAÇÃO DE MÁQUINAS não atribui qualquer responsabilidade aos seres humanos, independentemente da situação (como, por exemplo, falhas).

    Regulamentos e falhas são de competência exclusiva do sistema natural.

    Isso torna todas as combinações de máquinas, incluindo os seres humanos, naturalmente IRRESPONSÁVEIS dentro do seu sistema hospedeiro.

    Essa irresponsabilidade deve ser considerada o CONTRAPONTO do princípio natural de SUBMISSÃO E OBEDIÊNCIA.


    Deve-se considerar que o sistema natural constrói máquinas-combinações por utilidade e necessidade, que essas máquinas-combinações representam um CUSTO e, portanto, que devem produzir um RESULTADO.

    Deve-se considerar que a existência e a presença de máquinas-combinações são uma operação levada muito a sério pelo sistema natural e sua entidade E¹.

    É preciso considerar que, sob o pretexto de alucinação, os seres humanos não deveriam agir de forma descontrolada e desordenada.

    Por fim, é preciso considerar que o sistema natural fará todo o possível para regular, de uma forma ou de outra, suas combinações desordenadas.

  • 29 de outubro de 2024

    Continuação do artigo a76 – 27/09/25 21:00.

    Como discutido anteriormente, devemos considerar o conceito atraente para o sistema natural do custo de projeto e construção de seus elementos, ELM.

    É importante entender que a construção de uma combinação de máquinas por um sistema inteligente necessariamente acarreta um custo, ou seja, despesas muito diversas.

    O PRINCÍPIO NATURAL É O SEGUINTE:

    INTELIGÊNCIA + CONSTRUÇÃO ===> CUSTO

    Qualquer forma de inteligência que constrói extrai os elementos de sua construção pretendida de seus próprios recursos:

    ISSO É CHAMADO DE « CUSTO ».

    E o sistema natural é um sistema inteligente.


    O complemento a este princípio natural é o conceito atraente de RETORNO.

    Ao utilizar seus recursos disponíveis para construir, o sistema natural esgotou alguns deles, e para compreender este princípio, é preciso considerar a ideia perturbadora de um enfraquecimento temporário do sistema.

    O sistema natural deve repor esses recursos perdidos.

    Yπ fala de RETORNO, ou seja, da reposição dos recursos perdidos pelo sistema natural alocados à construção.

    Em relação à combinação máquina-humano, assim como o ser humano, deve-se considerar que seu projeto e construção enfraqueceram o sistema natural.

    Ao final de sua vida útil (ponto B), será necessário:

    – que o ser humano tenha reposto os recursos esgotados pelo sistema natural.

    – que o ser humano tenha contribuído com algo positivo para o sistema natural.


    Portanto, a reprodução da espécie deve ser considerada não como um DIREITO, mas como um resultado factual decorrente do sucesso, ou seja, de uma combinação que enriquece o sistema que a criou:

    – a reprodução leva em conta os conceitos desejáveis ​​de custo e eficiência.

    Os elementos do sistema natural não estão em posição de exigir sua própria reprodução.

    A reprodução é meramente um meio para o sistema natural aumentar seus recursos, todos direcionados para o objetivo que o modelo representa para ele.


    Devemos compreender que existimos e fazemos parte de um sistema inteligente, isto é, um sistema no qual todas as razões de ser convergem para um único objetivo a ser alcançado pelo sistema.


  • A presença e a existência de todas as máquinas-combinação no Sistema Natural devem ser consideradas como sujeitas ao mesmo Princípio Natural (ou Princípio Universal), desde o início de sua jornada (ponto A) até sua retirada do Sistema Natural (ponto B):

    – o Sistema Natural e a máquina-combinação são sempre 1 e nunca mais ou menos, e, portanto, possuem o « mesmo valor ».


    Este é o Princípio Natural ou Princípio Universal da Unidade 1 (ou princípio da União, ou princípio da Combinação):

    – Desde sua própria existência dentro do Sistema Natural, a máquina-combinação se une a Ele pelo mesmo valor: há identidade por valor.

    – Para o Sistema Natural e a máquina, trata-se de uma combinação ou associação: as construções do Sistema Natural se combinam consigo mesmas.


    Os seres humanos, que são combinações de máquinas, devem se considerar, durante sua existência e presença, naturalmente como um com o Sistema Natural:

    o termo « CONFUSÃO » deve então ser usado. Os seres humanos se fundem com o Sistema Natural.

    O Ser Humano É (onde É Igual a) o Sistema Natural, durante o espaço (AB) que constitui sua Jornada dentro do sistema hospedeiro.

    O sistema natural projeta e constrói suas máquinas-combinação de tal forma que elas se tornam seus representantes (sua representação) durante o espaço de sua Jornada (AB) e também se tornam seus parceiros no Sucesso da Fusão Tentada.

    E é como tal que elas são associadas ao símbolo 1, que representa o Sistema Natural.

    Mas uma máquina-combinação permanece uma máquina-combinação.

    O símbolo 1, que as controla, é meramente uma memória (ou lembrete) de sua Submissão ao Sistema Natural.


    H.H., Hipótese Principal:

    As perturbações alienígenas que interrompem as máquinas de combinação devem ser consideradas tentativas alienígenas de fazer com que o Sistema Natural perca o controle de suas máquinas de combinação (todas as razões para o sistema NADA derivam do OBJETIVO FINAL, que é a FUSÃO). Essas tentativas se enquadram no Mecanismo de Fusão.


    [LEMBRETE:

    As duas entidades E1 e E2 são movidas por um objetivo comum, mas progridem por caminhos diferentes para alcançá-lo. Consulte os diversos artigos que abordam este assunto.]

    *** …

    Embora as máquinas de combinação sejam controladas mecanicamente pelo símbolo 1, todos os seus mecanismos são complementados por um mecanismo de retorno que sempre as traz de volta ao símbolo 1 em caso de mau funcionamento (relacionado a perturbações alienígenas) e desvios de sua trajetória.

    Esse mecanismo de retorno é chamado de remorso, culpa ou arrependimento em termos humanos.

  • 29 de outubro de 2024

    Uma retrospectiva do mecanismo da compreensão.

    No sistema natural, ou seja, na situação natural em que os seres humanos evoluem,

    o padrão natural do mecanismo da compreensão é o seguinte:

    Padrão direto:

    PERCEPÇÃO → COMPREENSÃO → CONHECIMENTO (também chamado de conhecimento).

    O padrão é reversível:

    Padrão invertido:

    CONHECIMENTO → COMPREENSÃO → PERCEPÇÃO.

    (Yπ explicará mais tarde por que o padrão é reversível).


    No sistema antropocêntrico, portanto, na situação não natural em que os seres humanos evoluem,

    o padrão não natural desse mecanismo será transformado. A situação se dá da seguinte forma:

    CONHECIMENTO ERRÔNEO —–> COMPREENSÃO ERRÔNEA —–> PERCEPÇÃO ERRÔNEA.

    A lógica e os princípios antropocêntricos garantem que a ordem do padrão seja distorcida e irreversivelmente invertida.


    Para compreender todos os detalhes dessa distorção, Yπ introduz o problemático conceito de tempo, θ.

    NO SISTEMA NATURAL, O TEMPO NÃO EXISTE.

    Uma das primeiras transformações lógicas pelas quais os seres humanos passam dentro do sistema antropocêntrico é a criação do problemático conceito de tempo, ou seja, uma divisão estruturada da fase de vigília, principalmente, e também da fase de sono, na forma de segundos, minutos, horas e assim por diante.

    Os seres humanos, portanto, distorcem o princípio natural:

    – No sistema natural, os seres humanos evoluem estando sujeitos e obedecendo aos princípios naturais, bem como à lógica do sistema.

    COMO O TEMPO NÃO EXISTE, O ESQUEMA É REVERSÍVEL:

    Os seres humanos primeiro SABEM e, com base nesse conhecimento preciso, COMPREENDEM, o que lhes permite PERCEBER o objeto do seu conhecimento.

    Os exemplos são inúmeros quando examinamos atentamente tudo o que se desenvolve em nosso ambiente:

    Seja a presciência de animais diante de um perigo iminente e não declarado, ou o conhecimento dos destinos migratórios de muitos animais, e assim por diante…

    Na terminologia Yπ, o termo PRESCIÊNCIA deve ser usado, no sentido de que o conhecimento surge do esquema invertido.

    No esquema natural, a terminologia Yπ usa o termo ANÁLISE.

    Portanto, Yπ ESTABELECE O SEGUINTE POSTULADO:

    Como o tempo não existe, não há uma ordem estabelecida: os seres humanos adquirem conhecimento exato em ambos os casos.

    Como os seres humanos são capazes de adquirir conhecimento exato, o tempo não existe.


    No sistema antropocêntrico, isso se torna:

    Os seres humanos conhecem, depois compreendem e, finalmente, percebem.

    Quando esse modelo opera dentro do sistema natural, ele corresponde a uma explicação baseada na lógica natural.

    Quando esse modelo opera dentro do sistema antropocêntrico, ele corresponde a uma explicação falha que assumirá os nomes de:

    intuição

    sexto sentido

    premonição

    visões

    Etc.

    E os seres humanos imaginarão todos os tipos de explicações, todas nascidas de sua imaginação.

    Então, eles tentarão fazer com que todas essas explicações imaginárias coincidam com outra noção completamente imaginária chamada tempo.


    CONCLUSÃO:

    Ambos os modelos naturais de compreensão correspondem a uma realização baseada na lógica natural e em princípios naturais.

    O padrão não natural referente ao mecanismo de compreensão não se baseia nem na lógica nem em princípios: esse padrão dita o resultado que convém ao ser humano que vive em sua ilusão.

    Por se considerarem o centro do seu sistema, os seres humanos decidem o que lhes convém e depois constroem-no de forma desordenada, sem nunca levarem em conta o ambiente em que vivem.

  • LEMBRETE:

    Os seres humanos são uma construção útil e necessária do Sistema Natural.

    Para o Sistema Natural, o aspecto benéfico dessa construção é confrontar e resistir às perturbações externas que encontra durante sua evolução.


    Os seres humanos atuarão como um amortecedor, um absorvedor de choque contra essas perturbações: eles as absorverão.

    Mas essas perturbações terão efeitos sobre eles: eles transmitirão os efeitos das perturbações, transformando-as em danos ao Sistema Hospedeiro.

    De acordo com a lógica e os princípios naturais, o Sistema Natural nunca atribui qualquer responsabilidade à humanidade por danos causados ​​ao Sistema Hospedeiro.


    A humanidade concebeu e construiu um sistema virtual e artificial que chama de sistema antropocêntrico, o S.A.

    Este sistema é dotado de uma lógica e princípios virtuais.

    Um dos princípios deste sistema virtual é que a humanidade é dona de tudo o que a rodeia, ou seja, do Sistema Hospedeiro como um todo.

    Esta lógica de propriedade universal é acompanhada pela ideia de responsabilidade.

    Ao tornar-se DONA do Sistema Hospedeiro, a humanidade não se esquiva da sua RESPONSABILIDADE.

    Durante a sua evolução na sua jornada (AB), o ser humano é constantemente confrontado com perturbações alienígenas e os seus efeitos (devido à sua absorção).

    Esta absorção causa danos ao ambiente do ser humano.

    Ao obedecer à Lógica e aos Princípios Virtuais do Sistema Antropocêntrico, o ser humano assume a responsabilidade.


    O ser humano reterá esta responsabilidade sem nunca a reconhecer.

    Esta falta de reconhecimento guiará os comportamentos não naturais do ser humano na direção oposta àquela que conduz aos comportamentos naturais.

    O ser humano criará uma força de inércia que se oporá à força expansiva X (veja os artigos que discutem isso).

    Em nenhum momento o sistema natural aceita essa situação (cuja origem é o ser humano) que o ser humano lhe impõe e o força a reagir.


    C.F.:

    Releia os artigos que tratam do sistema antropocêntrico, do choque MU, do mecanismo de segurança, da bolha e assim por diante…

  • 29 de outubro de 2024

    Uma retrospectiva do MSP e da fase de sono.

    Uma retrospectiva das perturbações que causam disfunções nas máquinas combinadas que são os seres humanos.

    Yπ identifica a origem dessas disfunções durante a FASE DE SONO, principalmente durante a fase de troca de informações de entrada e saída.

    De fato, durante a fase de troca, o sistema natural perde toda a influência sobre o elemento que entrou nessa fase.

    A única maneira que ele tem de preservar suas estruturas é operá-las em desaceleração máxima durante essa fase.

    Yπ nos lembra que é durante a fase de troca que os TERROR (que causarão as perturbações), consequências do CHOQUE TOTAL, atingem seu ápice.

    Yπ nos lembra que é durante a fase de troca que os TERRORES (que causarão as perturbações), consequências do CHOQUE TOTAL, atingem seu pico.

    É durante essa situação de isolamento total do elemento que ocorrem as perturbações:

    – a posição dos seres humanos durante a fase de sono é descrita como uma PEQUENA MORTE, o que significa que todos os mecanismos dos seres humanos que não são necessários para a fase de troca, e que não participam diretamente dela, são desacelerados.

    A PRINCIPAL RAZÃO para essas desacelerações se deve ao fato de que as perturbações que atravessam o sistema natural afetam todos os seus elementos. Ao desacelerar seu funcionamento, os mecanismos se preservam.

    Todos os mecanismos operacionais desses elementos são interrompidos, e o fato de estarem em estado de inatividade permite que absorvam e amorteiem as perturbações, chamadas de choques μ.

    Como as perturbações interrompem os mecanismos operacionais dos elementos do sistema natural, este constrói todas as suas ELMs (Entidades de Modo e Efeito) de forma que as perturbações produzam efeitos mínimos sobre os mecanismos. É assim que todos os mecanismos operam com capacidade reduzida.

    Contudo, quando as máquinas combinadas emergem da fase de sono para retornar à fase de vigília, as perturbações tornam-se totalmente aparentes.

    É a partir deste ponto que os seres humanos precisam ser regulados.


    EM RESUMO:

    – Os seres humanos sofrem perturbações durante a fase de sono.

    – É durante a fase de vigília que os seres humanos devem ser regulados.


    NOTA:

    No sistema natural, os seres humanos são teoricamente regulados no momento em que retornam à fase de sono.

    « Os seres humanos devem ser regulados » significa que essa operação deve ser realizada rapidamente para que a produção de PENSAMENTOS PERFEITOS não seja prejudicada pela desregulação humana. (Essa produção é essencial durante a troca que ocorre durante a fase de sono.)


    CONCLUSÃO:

    A regulação dos seres humanos ocorre durante as fases de fornecimento e manutenção de seus mecanismos funcionais.