27 de novembro de 2024
UMA RETROSPECTIVA SOBRE DIVISÃO E FUSÃO.
O PAPEL DA SEGUNDA ENTIDADE E² E SEU SISTEMA, O SISTEMA DO NADA.
A entidade fundamental E⁰ se divide em duas entidades, E¹ e E².
Essas duas entidades são os constituintes da ENTIDADE PRIMORDIAL E⁰ e, portanto, também são primordiais, iguais, complementares entre si e existem:
E¹ = E² = E⁰
E¹ + E² = E⁰.
Ao aplicar esses princípios à ultra-sofisticada combinação humano-máquina,
o ser humano é uma construção do sistema natural, o sistema da entidade E¹.
A razão da existência da entidade E¹, de seu sistema, chamado sistema natural, e de uma de suas construções, chamada ser humano, é participar da tentativa de fusão e completá-la com sucesso.
Deve-se compreender que a complementaridade das duas entidades, E¹ e E², tem a mesma razão de existir, e que sua fusão requer logicamente a fusão de todos os elementos das duas entidades entre si.
Na hipótese superior, H.S.,
a entidade E¹, composta de tudo o que existe, requer que a entidade E² seja composta apenas de elementos inexistentes (esses elementos inexistentes serão semelhantes a ideias). Esse estado dá nome ao seu sistema: SISTEMA DO NADA.
A única certeza é que a fusão resulta no signo 1, ou entidade E⁰.
É durante a fase do sono que devemos considerar que o ser humano tentará se fundir com a ideia do SISTEMA DO NADA.
A união de um ser humano, que se origina como ENTIDADE E¹, com um elemento (que assume a forma de uma ideia) da ENTIDADE E², resultará na fusão desses dois elementos. A fusão se completa, restando apenas o signo 1, ou ENTIDADE E⁰.
O ser humano e seus Terrores desaparecem então.
Os Terrores experimentados pelo ser humano durante a fase do sono são, na verdade, os elementos-ideia, cuja origem é o SISTEMA DO NADA.
A função primordial dos elementos do sistema natural, e portanto do ser humano, durante sua evolução em seu (AB), é tentar fundir-se com os elementos-ideais do NADA, contribuindo assim para a fusão total das duas ENTIDADES E¹ e E².
O ser humano é, portanto, instruído, compelido, a fundir-se com o SISTEMA DO NADA, independentemente do grau de Terrores que experimente.
NOTA:
Os elementos-ideais do Sistema do Nada são elementos inexistentes no sistema natural, desconhecidos e sempre inacessíveis em termos de conhecimento preciso, para as máquinas de combinação e, portanto, para os seres humanos.
Esses elementos-ideais são sempre rejeitados pelos mecanismos das máquinas de combinação do sistema natural.
Essa falta de reconhecimento, que resulta em rejeição sistemática, é a origem dos TERRORES:
Os terrores são sinais destinados a ativar o mecanismo de proteção das máquinas-combinação, como será explicado no livro seguinte.
Embora seja verdade que os elementos-ideia produzidos pelo SISTEMA DO NADA não sejam reconhecidos pelo sistema natural, não é menos verdade que os sinais são produtos do sistema natural e que esses sinais são compostos de terrores.
Portanto, é essencial distinguir entre os ELEMENTOS-IDEIA produzidos pelo SISTEMA DO NADA e os TERRORES experimentados pelos seres humanos.
Os elementos-ideia são estranhos, enquanto os terrores são naturais.
Os elementos-ideia (de origem estranha ao sistema natural) não são produzidos pelos seres humanos, enquanto os seres humanos produzem seus TERRORES.
Os seres humanos, assim, transformam os elementos-ideia do NADA em sinais de TERRORES.
A função do mecanismo de proteção do ser humano é isolá-lo dos terrores que vivencia.
A natureza do ser humano, uma combinação máquina-sistema natural, é penetrar o Sistema do Nada.
Todos os seres humanos compartilham sua evolução em seu (AB), em duas fases:
– PERMANECENDO DENTRO DO SISTEMA NATURAL.
– ENTRANDO NO SISTEMA DO NADA.
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