30 de outubro de 2024

Refinando a definição de EXISTÊNCIA.

A AGRADÁVEL IDEIA DA IMPRESSÃO.

Todos os elementos ELM do sistema natural existem por meio de seus dados perceptíveis a outros elementos e por meio de seus dados invisíveis,

chamados de dados imperceptíveis, por diferenciação dos primeiros.

Os dados perceptíveis são compostos por cadeias de mecanismos.

Os dados imperceptíveis são compostos pelas impressões que suas cadeias de mecanismos deixam em seu ambiente.

Na ausência de dados perceptíveis, a existência dos ELMs é, portanto, estabelecida por meio das percepções de outros ELMs.

A existência e a presença de um elemento do sistema universal são, portanto, expressas por:

– as cadeias de mecanismos, ou a PLENITUDE.

— e a marca que deixa no ambiente, ou o BURACO.

O ESQUEMA DA EXISTÊNCIA pode ser resumido da seguinte forma:

EXISTÊNCIA-PRESENÇA = PLENITUDE + BURACO.

Nenhum elemento do sistema natural pode ser definido de outra forma.

O corolário deste princípio natural é o seguinte:

Para um ambiente, a marca define uma existência.

Porque se um elemento é definido sem um ambiente indispensável,

Para um ambiente, a existência não é imposta por uma presença.


Por exemplo, em uma floresta, uma árvore que é arrancada e desaparece continuará a existir por um certo tempo, durante toda a duração de sua marca, para as outras árvores ao redor.

A árvore não deixará de existir; para as outras árvores, esse será o caso por um certo tempo.


SOBRE A AGRADÁVEL IDEIA DA ESCALA DE VALORES E DOS VALORES.

Todos os elementos do sistema natural, sem exceção, são definidos por sua escala de valores e pela agradável ideia de valores.

Cada ELM é composto por pelo menos 5 valores básicos, que são:

– o valor 0 ou valor perfeito.

– o valor médio positivo: vm+.

– o valor extremo positivo: ve+.

– o valor médio negativo: vm-.

– o valor extremo negativo: ve-.

A zona de tolerância, chamada CONE DE TOLERÂNCIA (ou CôTo), de todos os ELMs, incluindo todos os mecanismos, situa-se entre o valor médio negativo e o valor médio positivo.

Os valores extremos negativos e positivos variam dependendo dos elementos do sistema natural. Esses valores são fixos ou tendem ao infinito ou a zero.

Enquanto permanecerem dentro do cone de tolerância, os ELMs permanecem no sistema hospedeiro.

Assim que ultrapassam o cone de tolerância, os ELMs são REMOVIDOS do sistema natural e DESMANTELADOS, muito antes mesmo de atingirem o Ponto B.

– Os valores extremos são chamados de:

VALORES INTOLERÁVEIS.

– Os valores médios são chamados de:

VALORES TOLERÁVEIS.

– No centro encontra-se o VALOR PERFEITO.


Escala de valores do mecanismo aplicado à respiração de um ser humano adulto:

Dentro de uma sequência respiratória diária, ou seja, 24 horas compreendendo as fases de vigília e sono,

O VALOR NEGATIVO EXTREMO estará localizado, em média, em aproximadamente 2 inspirações-expirações por minuto em um período de 24 horas.

Abaixo desse valor, os mecanismos de funcionamento do ser humano correm o risco de se desativarem mutuamente,

até que o ser humano saia do cone de tolerância e entre em colapso dentro da díade humana.


O valor médio negativo, assim como o positivo, situa-se entre 12 e 15 respirações por minuto ao longo de um período de 24 horas.

Nessa faixa, o corpo humano permanece dentro de sua zona de tolerância e o sistema humano-natural funciona em um ritmo médio.


O valor ideal situa-se, em média, entre 6 e 8 respirações por minuto.

É esse valor que permite o perfeito funcionamento do corpo humano.


O valor positivo extremo situa-se entre 20 e 24 respirações por minuto ao longo de 24 horas, levando a uma disfunção dos mecanismos do corpo humano.


EM CONCLUSÃO:

Valores extremos são considerados intoleráveis ​​porque levam ao mau funcionamento dos mecanismos dos elementos do sistema natural, bem como à sua saída da zona de tolerância, resultando na sua remoção do sistema hospedeiro e na sua desestruturação.

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