30 de outubro de 2024

SOBRE O BINÔMIO: CONTINUAÇÃO DOS ARTIGOS 20, 21 E 25.

O funcionamento do ser humano, do ponto A ao ponto B, depende primordialmente do binômio, ou vínculo, entre o sistema natural e a combinação humano-máquina.

Este binômio, ou vínculo, como sabemos, é indissolúvel, constante e permanente entre o sistema natural e o elemento do sistema natural, em ambas as direções de seu funcionamento, independentemente das situações que o ser humano encontrar durante sua jornada (AB).

É verdade que, na direção « ser humano → díade », enquanto o ser humano permanecer dentro do sistema antropocêntrico, este vínculo não é ótimo; Ou seja, o ser humano faz pouquíssima referência à ideia da díade durante sua evolução.

Contudo, a díade é de suma importância para a máquina humano-combinada, desde o momento de sua integração ao sistema hospedeiro:

– ela é, antes de tudo, a condição primordial da evolução imposta ao ser humano pelo sistema hospedeiro, à qual o ser humano é obrigado a se submeter e obedecer.

[LEMBRETE:

De fato, o sistema natural, que deseja que o ser humano funcione perfeitamente porque o criou por utilidade e necessidade, impõe-lhe, durante sua jornada, uma condução perfeita.] Essa condução perfeita depende da conexão entre o sistema natural e o ser humano.

– Assim, quando utilizada perfeitamente, essa combinação garante o funcionamento perfeito dos mecanismos do ser humano.

E nessa situação, mesmo dentro do sistema antropocêntrico, o ser humano tem a garantia de eliminar todas as disfunções que estão na raiz de seus problemas psicológicos.

Finalmente, o ser humano deve aceitar como prioridade que a execução de suas funções dentro do sistema natural se dá por meio dessa conexão, que é o emparelhamento.

A autoestima é um ponto em sua jornada (AB), indicando ao sistema natural que o ser humano forneceu todas as respostas perfeitas para todas as questões fundamentais, questões essas que possibilitam a ativação de todos os seus mecanismos. O amor-próprio humano (ou amor do ser humano por si mesmo) é o reconhecimento, pelo sistema natural, de que o ser humano está pronto para funcionar perfeitamente:

O amor-próprio é um estado em que o ser humano se encontra em um determinado ponto de sua evolução. Esse estado é duradouro.

O amor-próprio é um grau de compreensão que o ser humano alcança,

em relação às aspirações do sistema natural para com o ser humano em particular e para com as máquinas combinatórias em geral.

Por outro lado, esse grau de compreensão indica ao sistema natural que o ser humano está funcionando perfeitamente e, portanto, que o emparelhamento « sistema natural – ser humano » está operacional para todos.

A situação natural é, portanto, a seguinte:

Em cada estágio de sua evolução, a condição da existência humana exige que os seres humanos se refiram constantemente ao sistema natural a cada instante de sua atuação, independentemente de quaisquer perturbações.

Os seres humanos não controlam seu próprio destino, e isso lhes impõe total submissão e obediência aos padrões de sua própria construção (isto é, ao desdobramento de seus mecanismos).

É absolutamente essencial compreender plenamente a função da dicotomia (sistema natural – elementos do sistema natural), que constitui um verdadeiro cordão umbilical permanente entre quem controla e o elemento controlado, garantindo, assim, o controle perfeito.

O QUE VOCÊ PRECISA ENTENDER:

A dicotomia é uma restrição absoluta, uma obrigação total, para todos os elementos do sistema natural e, portanto, para os seres humanos, do ponto A ao ponto B.

Essa constatação é essencial para a compreensão das consequências do sistema antropocêntrico durante a evolução humana,

e, consequentemente, para a compreensão da dificuldade que os seres humanos encontram em conciliar os dois sistemas dentro do sistema virtual.

Porque o sistema antropocêntrico funciona sem a díade, dispensando a sua presença. (LEMBRETE: o sistema antropocêntrico transformou a ideia da díade na ideia errônea de consciência humana).

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