30 de maio de 2024

Sobre a agradável ideia do desapego humano da ideia de responsabilidade pela existência — sua presença — e da ideia de sua evolução perfeita em seu (AB) imposta a eles pelo sistema hospedeiro.

Como os seres humanos não são responsáveis ​​por nada, eles evoluirão com desapego, dentro da HISTÓRIA.

O distanciamento dos seres humanos em relação à sua responsabilidade no desenrolar da HISTÓRIA permite que eles se desapeguem da obrigação de possuir conhecimento exato.

Como explicado em artigos anteriores, o SISTEMA NATURAL estabeleceu um índice de LUCRATIVIDADE para máquinas-combinação, o que significa que, em relação aos seres humanos, a lucratividade média de um ser humano começa pouco antes de ele sair do cone de tolerância e continua até que ele atinja a lucratividade perfeita, o que ocorre quando a trajetória humana é perfeita (o ser humano, então, domina o conhecimento exato). Esta observação, na evolução do ser humano em seu (AB), explica as razões para o MSP, o movimento pendular simbólico, e explica a FASE DO SONO, que é um período de controle absoluto do sistema natural sobre suas máquinas combinatórias. (Ver artigos anteriores).

Essas considerações ajudam a compreender melhor a diferença entre:

– o cenário do papel do ser humano na HISTÓRIA, e

– a busca do ser humano pelo conhecimento exato durante sua evolução.

Ao ser introduzido no sistema hospedeiro, o ser humano carrega consigo o cenário.

MAS, o conhecimento exato está ausente no momento da introdução e, portanto, por necessidade, ele começará a buscá-lo.

Devemos considerar:

[o cenário « pré-introdução », como um cenário teórico (concebido pelo sistema natural durante a fase Pré-A)]

e

[o conhecimento exato, como IMPREVISÍVEL para o sistema natural e, portanto, revelado e descoberto ao longo da evolução (AB) do ser humano].


O distanciamento humano resulta da constatação, tanto pelo sistema natural quanto pela humanidade, de sua impotência em influenciar o curso da HISTÓRIA.


HIPÓTESE ALTA/MÉDIA, H.A./M.:

O distanciamento é um compromisso que facilita a transição da humanidade do sistema antropocêntrico para o seu retorno ao sistema natural.

Essa posição privilegiada da humanidade, em relação a outras máquinas-combinação, deve-se às suas características como uma máquina-combinação ultra-sofisticada, atribuídas a ela pelo sistema natural.

O sistema natural tolera esse compromisso por razões obscuras para a humanidade.


Quando a humanidade atinge essa posição, o compromisso torna-se vantajoso para ela.

Sua posição neutra (uma consequência do distanciamento) entre:

– suas obrigações, suas instruções,

e

– a realidade de sua trajetória,

garante-lhe uma jornada que não é nem muito árdua nem muito agradável.


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